Elenco de Tititi em Formação

Posted segunda-feira, março 15, 2010 by Fernanda Borge Gabriel


O elenco da próxima trama das sete da Globo, Ti Ti Ti, começa a ser formado. Com a autoria de Maria Adelaide Amaral e direção de Jorge Fernando, a trama unirá duas novelas de uma só vez, ambas de Cassiano Gabus Mendes: Ti Ti Ti e Plumas e Paetês, além de conter algumas cenas inspiradas em Elas por Elas, também de Cassiano. Para o elenco, já estão definidos Murilo Benício e Alexandre Borges como os dois protagonistas. Mas o elenco também possui grandes nomes em seu elenco, digno de novela das oito, da emissora. São eles: Malu Mader, Christiane Torloni, Cláudia Raia, Alessandra Negrini, Giulia Gam, Carolina Ferraz, Ísis Valverde, Caio Castro, Fernanda Souza, Tato Gabus, Dira Paes, Elizângela, Marco Pigossi, Mariana Rios,Marcos Frota e Luís Gustavo, que fará uma participação especial como seu personagem em Elas por Elas.

Fonte: Blog Maria Claudia Raia

Claudia Raia Vive Dona de Casa sonhadora em apresentação no TCA

Posted domingo, março 14, 2010 by Fernanda Borge Gabriel


Pernas pro Ar é o espetáculo que a atriz Claudia Raia apresenta nos dias 18, 19 e 20, às 21h, no Teatro Castro Alves. O musical - sua volta ao teatro após três anos - tem argumento de Luiz Fernando Veríssimo e direção de Cacá Carvalho. A trama conta a história de Helô, uma dona de casa que canta e dança a aventura de mudar de vida, pautada por grandes sucessos da música mundial.

Sonhadora de marca maior, Helô quer mais é experimentar novidades, ter uma vida de glamour. Nada de lavar roupa ou de varrer a casa para ela. Ela agora vive na fantasia. A academia tediosa de todo dia se transforma num ringue de boxe com sensuais lutadores, enquanto seu quarto é invadido por motoristas. Os ingressos custam: R$ 120/R$ 60 (filas A a P), R$ 80/R$ 40 (filas Q a Z6) e R$ 40/R$ 20 (Z7 a Z11).

Fonte:Redação Correio

Novo musical de Claudia Raia chega a Cidade

Posted sábado, março 13, 2010 by Fernanda Borge Gabriel


Após três meses de exaustiva preparação, ensaiando oito horas por dia, a atriz Claudia Raia iniciou a turnê de seu mais novo musical de sucesso, Pernas pro ar, que passou por São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Florianópolis. Agora, é a vez do público de Brasília apreciar a divertida história de uma dona de casa que canta e dança a aventura de mudar de vida por meio de grandes sucessos da música mundial.




Pernas pro ar tem argumento de Luis Fernando Veríssimo, texto de Marcelo Saback e direção de Cacá Carvalho. O elenco traz as participações especiais dos atores Marcus Tumura e Ruben Gabira, além de nove atores-bailarinos. Sete músicos executam a trilha sonora ao vivo, sob a regência e direção musical de Paulo Nogueira, para as versões musicais realizadas por Bibi Ferreira, Sylvia Massari, Zé Rodrix e Claudio Botelho. “A ideia inicial do espetáculo é popularizar o gênero. Quero trazer para o musical um público que não vai ao teatro”, afirma Claudia, uma das pioneiras em montagens do gênero no Brasil.




Pernas pro ar traz recursos tecnológicos inéditos em um espetáculo brasileiro, como a projeção volumétrica, recurso que já foi utilizado por Madonna e pelo Cirque du Soleil e que, por meio de imagens 3D, dá a impressão de que o ator está dentro de um cenário. Com a tecnologia, é possível tornar real a imersão da personagem em seus próprios sonhos, como em uma cena em que a personagem de Claudia Raia gosta de um vestido na vitrine da loja e, imediatamente, a roupa é projetada em seu corpo.
Outra inovação é o figurino de Marcio Medina, que contou com materiais inusitados, como roupas de papel. O visual de Claudia Raia é de papel, plástico e couro, enquanto os bailarinos usam ternos feitos com voil.




Dias 13 e 14 de março; sábado, às 21h, e domingo, às 20h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. Ingressos de R$ 40 a R$ 120. NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS.


Fonte:Jornal da Cidade, Brasília


Marina Severino

Helô é uma dona de casa simples. Frequenta a academia de ginástica, cumpre os deveres do lar e reserva tempo para reuniões sociais enquanto sonha em mudar de rotina. Muito da personagem central do musical Pernas pro ar, que estreia hoje na sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, há na musa Cláudia Raia, que a interpreta. “Ela tem uma pureza que é muito minha. Sei que sou essa mulherona que fala, que faz, mas sou superconservadora”, define Cláudia, em entrevista ao Correio.



É essa capricorniana simples, do alto de seus consagrados 1,10m de pernas ocultadas por roupas “pretas, brancas e cinzas, sempre monocromáticas”, que, há 25 anos, inventa e reconfigura o teatro musical brasileiro — gênero que, desde os tempos do Teatro de Revista, encontra raros, mas criativos representantes em Chico Buarque, Marília Pêra, Cláudio Botelho e Charles Müller.

Com Pernas pro ar, um pouco do cenário cultural nacional parece ser redesenhado. A começar pelo caráter itinerante do espetáculo, raro entre as engessadas produções musicais de rigor cronométrico. Desde a estreia, em dezembro do ano passado, até junho, o espetáculo passa por 17 capitais brasileiras. Tudo graças a duas carretas que levam três toneladas de equipamentos. “Não usamos nada dos teatros em que apresentamos. Iluminação, som, cenário, carregamos todos os recursos nos caminhões e instalamos dois dias antes. É uma correria”, admite Cláudia, que acrescenta aos papéis de atriz, bailarina e cantora o pesado cargo de produtora.

Com argumento de Luis Fernando Verissimo, texto de Marcelo Saback e direção de Cacá Carvalho, o musical descreve em danças e jogo de projeções os desejos da recatada Helô, que se reconhece insatisfeita com a rotina. Por obra de um demônio travesso, que aparece num misto de sonho e realidade, suas pernas saem de controle rumo às tentações mundanas.

A história se desdobra sem deixar o quarto de Helô. A partir de um recurso 3D inédito em espetáculo brasileiro, visto nos shows de Madonna e em apresentações do Cirque de Soleil, sete projetores alternam cenários num piscar de olhos. No palco, os atores Cláudia Raia, Marcos Tumura, Rubens Gabira e nove dançarinos se revezam em 150 figurinos de couro, plástico, papel e voil — tecido comum em cortinas.

Para possibilitar a itinerância do projeto, o palco de Pernas pro ar é montado da mesma forma em cada cidade que passa, inspirado no modelo das caixas cênicas italianas que viajavam por aquele país. Os equipamentos de som são instalados e testados às vésperas da apresentação. “No início, o (operador de som) André Garrido queria me matar, dizia que eu era louca de propor um trabalho como esse. Hoje em dia, diz que só quer trabalhar assim, por um triz”, brinca a artista.

PERNAS PRO AR
Musical com Cláudia Raia, Marcus Tumura e Ruben Gabira. Argumento de Luis Fernando Verissimo, texto de Marcelo Saback. Direção de Cacá Carvalho. Hoje e amanhã, às 21h, e domingo, às 20h, na sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. Ingressos:
R$ 120 e R$ 60 (meia) Duração: 110 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Informações: 3325-6239.
A dança em primeiro lugar

Mesmo se assumindo uma mulher “intimamente tradicional” e “superconservadora”, Cláudia Raia mostra o contrário nos 25 anos de palco. A estreia, como a pequena Cassie no musical A chorus line, abriu os palcos para a explosiva bailarina clássica que, pouco depois, personificaria produções modernas como Não fuja da raia (1991), Nas raias da loucura (1993) e Caia na raia (1993).

Se antes tentava misturar números de palco e vedetes do Teatro de Revista a canções da Broadway, hoje ela se depara com o público habituado às adaptações brasileiras de musicais consagrados, que dominam os grandes teatros de Rio de Janeiro e São Paulo. “A audiência está mais esperta, treinada, gananciosa. Não aceita qualquer coisa, ela sabe reconhecer um bom elenco e orquestra. Em virtude dessa popularização, também estão diluídas entre a plateia pessoas que pouco vão ao teatro ou aos musicais. Decidimos ir a cidades com pouco contato com o gênero, como Manaus, Aracaju, para colaborar com essa popularização. A itinerância figura, desde a concepção, como principal objetivo do projeto”, justifica.

Com a colaboração do preparador vocal Marconi Araújo, pioneiro do cenário candango e fundador da Companhia de Musicais de Brasília, em 1998, Cláudia Raia explora o novo alcance vocal nos palcos de Pernas pro ar. “O Marconi me mudou completamente, nasceu uma nova voz e uma nova Cláudia, maravilhosa, que me encanta.” Mas arremata: “O ar que eu respiro ainda é a dança. Cresci dançando e minha carreira sempre foi de bailarina. Com isso, descobri caminhos lindos. Como atriz, amo representar. Mas sou produtora na vida, na minha casa, sou produtora em tudo que boto a mão. Gosto de ir atrás dos recursos, de convencer as pessoas, de falar dos meus sonhos e de manter o ritmo alucinado de 51 pessoas trabalhando”.

Ouça trecho da entrevista com a atriz Cláudia Raia, estrela do espetáculo Pernas pro ar



Leia entrevista na íntegra

Essa e a sua maior turnê com um musical?
Sim. É a primeira vez que se faz turnê desse tamanho, com orquestra ao vivo. É um certo ônus pelo nosso pioneirismo. A gente está ralando para desbravar, para encontrar maneiras de encurtar o tempo de produção em cada cidade. Fazer um espetáculo inteiro ao vivo com 22 microfones de voz, 18 de banda, e equalizar tudo a tempo da apresentação é um desafio. Contamos com duas carretas de 13 metros e montamos tudo em dois dias. Na equalização, uma engenheira de som faz estudos antecipado nas salas, cria um desenho de som de para cada uma. Além disso, fiz questão de ter um operador de som itinerante. Escolhemos o André Garrido, acostumado com shows de música.

Foi difícil se adaptar às projeções 3D?
O problema da orojeção volumétrica é o caráter matemático. O gênero musical já é, por si só, um estilo engessado. Tudo tem que estar nas marcações exatas, toda respiração é ensaiada e cronometrada. Por isso, a gente nao usa nada do Teatro Nacional. Entramos com nosso palco, que é como uma caixa cênica. Os sete projetores de volumétricos estão inclusos, seis no palco e um do lado de fora. Tivemos muitos ensaios, vários testes, até que conseguissemos trabalhar com as projeções. Em uma cena, que a roupa dos dançarinos parece pegar fogo, nada pode estar fora do lugar.

Você sempre apostou nos musicais e agora eles estão numa boa fase no Brasil. Você vê diferença do publico atual para o antigo?
O público está muito mais esperto, treinado, ganancioso. Hoje em dia, eles não aceitam, sabem o que é bom, aplaudem o que é bom. Eles não aplaudem o que não gostam. Eles conhecem elenco bom, orquestra boa. Ao mesmo tempo, estou tendo a sorte de me deparar com um público que nunca foi ao teatro, conquistamos pessoas com menor poder aquisitivo. Quando pensei no espetáculo, queria que tivesse uma ação social. Pensei em apresentar fora dos teatros, ir encontro das pessoas que não podem estar presentes. Mas conseguimos parcerias para dar aulas e workshops em ONGs que trabalham com dança e teatro e baixar a entrada pra essas pessoas.Estou feliz com isso, porque sei que algumas pessoas que assistem às apresentações nunca pisaram no teatro.
Já as pessoas que frequentam teatro amam o genero. Há 25 anos eu tentava fazer isso com o Teatro de Revista, com a vedete, para chegar atá a Broadway, que era uma linguagem que não tinha igual aqui. Mas é evidente que as pessoas podiam compreender, pois a gente mora num país extremamente musical e rítmico. Não fuja da raia tinha muito de número de plateia, vedete, esquetes, o formato era mais pro Teatro de Revista. As músicas já eram versionadas da Broadway. Hoje em dia isso não é mais necessário, porque temos essa alegria que é a melhor linguagem apra chegarmos ao público.

Que carreira fala mais alto em você? Atriz, cantora, bailarina ou produtora?
O ar que eu respiro ainda é a dança. Eu nasci dançando, cresci numa academia de dança onde minha mãe dava aula. Minha carreira sempre foi de bailarina. Com isso, descobri caminhos lindos. Como atriz, amo representar. Agora estou num momento muito especial de canto. A minha voz mudou muito, o Marconi Araújo mudou isso completamente nasceu uma nova voz e uma nova Cláudia. Essa nova Cláudia está maravilhosa, me encanta, estou cantando coisas que nunca cantei na vida.

E como fica a carreira de produtora?
Eu sou produtora na vida, na minha casa, sou produtora em tudo que boto a mão porque minha visão é do todo. Esse é meu lado empreendedor. Pequeno, médio, grande, já produzi muita coisa sem pisar no palco. Tinha espetáculo que nem atuava como atriz. Gosto de ir atrás do recurso, de convencer as pessoas, de falar dos meus sonhos, de construir o que estava dentro da minha cabeça, manter o ritmo de 51 pessoas trabalhando.

Tem alguma coisa da Helô na Cláudia Raia?
Acho que tem uma pureza que é parecida comigo. Eu sou essa mulherona que fala que faz, mas eu sou super conservadora. É engraçado que fantasiam, já me perguntaram como eu durmo. Poxa, eu sou super monocromática na vida real, durmo com pijama cinza de malha, me visto com preto, branco e cinza. Sou capricorniana e no meu ántimo, na minha essência eu sou monocromatica e tradicional.

Fonte: Correio Braziliense

Edson Celulari revela o segredo da longevidade: Família e felicidade

Posted sexta-feira, março 12, 2010 by Fernanda Borge Gabriel
'Quando se tem uma dose de felicidade, uma base familiar, fica fácil se cuidar. Sou um cara de 51 anos, que não quero parecer que tenho 35', explicou.



Claudia Raia está em Brasília com o musical "Pernas pro ar", Edson Celulari em São Paulo com "Hairspray". Apesar de tantos compromissos, a família sempre dá um jeito de se encontrar. "Eles vem para cá quando dá. Eu passou segunda, terça, quarta e um pedaço de quinta lá, fazemos uma compensação. As crianças já sabem como é", contou o pai de Enzo e Sophia, que tem uma casa para suas temporadas na capital paulista.

Aliás, manter a família unida é o segredo da vitalidade de Edson, aos 51 anos. "Quando se tem uma dose de felicidade, uma base familiar, fica fácil se cuidar. Sou um cara de 51 anos, que não quero parecer que tenho 35", explicou o galã.

E, segundo Edson, essa distância temporária da família vale a pena. Hairspray está há quase um ano em cartaz, com casa lotada no Rio e em São Paulo. "A peça é um fenômeno de verdade. Vejo muito espetáculo, dentro e fora do Brasil, e nunca vi uma reação como neste espetáculo. As pessoas sentem orgulho de ver uma coisa tão bem feita", disse o ator, durante a festa que aconteceu após a festa nesta quinta, 11, no espaço Oliva Pink, em São Paulo.

Fonte: Site Ego


Há 25 anos, Cláudia Raia acumula as profissões de atriz, cantora, bailarina e produtora. Quando há tempo para dormir tranquila, o que ela admite fazer sem o menor glamour, com uma “camisola simples, cinza, sem graça”, resta sonhar. Certa vez, imaginou viajar por todo o país com uma pequena caixa branca que continha o universo feminino. Os sonhos se transformaram em realidade: para o transporte das três toneladas de equipamentos do musical Pernas pro ar, duas carretas de 13 metros cumprem a missão de levar o espetáculo a 17 cidades. A porta voz dessa comitiva cor-de-rosa, que chega ao Teatro Nacional para uma curta temporada neste fim de semana, é a personagem Helô, exemplar dona de casa que perde o controle de seu 1,10 metro de pernas por feitiço de um travesso demônio.

A trama do musical imaginado por Luis Fernando Verissimo e escrito por Marcelo Saback começa simples, mas logo abre espaço para um intenso revezamento de 150 figurinos brilhantes em um palco que mistura cenário físico e projeções digitais. “A princípio, interpreto uma mulher comum que cuida bem da sua casa e vive sua vidinha quando, de repente, se depara com novas experiências que não sabe se são sonhos ou realidade”, explica Cláudia Raia.

Com uma estrutura que espanta pela ousadia, Pernas pro ar desafia as rígidas regras do teatro musical, consagrado pelas longas temporadas, cenários de difícil montagem e raro deslocamento. A fim de possibilitar a dinâmica itinerante, o espetáculo foi concebido em uma estrutura cênica transportável, de limite reduzido, equipada de iluminação e som próprios que são instalados no palco às vésperas da apresentação “A gente ralou para conseguir uma forma de otimizar a instalação. São 22 microfones de voz e 18 de banda. Tudo é cantado ao vivo, então o som deve ser impecável”, detalha Cláudia. A trilha fica por conta de sete músicos que, regidos por Paulo Nogueira, interpretam versões musicais de Bibi Ferreira, Sylvia Massari, Zé Rodrix e Claudio Botelho.

As instalações relâmpago também incluem a estrutura de sete projetores 3D para criar ilusão de cenário e enriquecer os figurinos. “A projeção volumétrica é matemática. Tudo tem de estar no seu devido lugar para conseguirmos os efeitos de palco. O resultado é incrivel e mágico”, detalha a atriz. Nove atores-dançarinos integram a equipe em cena, com participações especiais de Marcus Tumura e Ruben Gabira. Cacá Carvalho assume a direção pela primeira vez de um musical, após as bem sucedidas peças Os figurantes e O homem provisório.

Fonte: divirta-se.Correioweb.com.br

Folders Pernas Pro Ar

Posted quarta-feira, março 10, 2010 by Fernanda Borge Gabriel



Fonte: Facebook Pernas Pro Ar